O voto não começa na urna. E também não termina nela.
É o momento culminante de um processo que deveria começar muito antes e continuar muito depois da eleição. Diante da realidade brasileira e mundial, precisamos perguntar: ela é alentadora, assustadora ou promissora?
Como indivíduos e como sociedade, somos imperfeitos e perfectíveis: obras inacabadas e inacabáveis. Conforme nossas possibilidades e potencialidades, podemos contribuir para que a realidade seja mais alentadora e promissora.
Todos os candidatos a mandato eletivo se dirão honestos, qualificados e adequados. Cabe ao eleitor desenvolver esses três requisitos para reconhecer quem fala a verdade, escolher conscientemente e recomendar, se quiser, em quem votar.
Em 4 de outubro de 2026, o eleitor escolherá deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador, governador e presidente. Onde houver segundo turno para presidente ou governador, ele ocorrerá em 25 de outubro.
Presidente da República exerce a chefia do Poder Executivo federal. É responsável, dentro das competências constitucionais, pela condução do governo federal, pela administração pública federal e pela execução de políticas nacionais. O mandato é de quatro anos.
Governador dirige o Poder Executivo estadual ou, no Distrito Federal, exerce as funções correspondentes ao governo distrital. O mandato é de quatro anos.
Senador representa o Estado ou o Distrito Federal no Senado Federal. O mandato é de oito anos. O Senado tem atribuições próprias e diferentes das da Câmara dos Deputados, inclusive em matérias de grande relevância institucional. Em 2026, serão escolhidos dois senadores por unidade da Federação. São 81 senadores no total.
Deputado federal — total de 513 — representa a população na Câmara dos Deputados. Participa da elaboração das leis federais, da fiscalização dos atos do Poder Executivo e das decisões relacionadas ao orçamento e às demais competências do Congresso Nacional. O mandato é de quatro anos, e sua eleição ocorre pelo sistema proporcional.
Deputado estadual ou distrital atua na Assembleia Legislativa ou na Câmara Legislativa do Distrito Federal, participando da elaboração das leis estaduais ou distritais e da fiscalização do respectivo Poder Executivo. Seu mandato também é de quatro anos. O número difere para cada unidade da Federação — no Paraná, por exemplo, são 54.
Um erro frequente é transformar candidato em personagem
Uns são tratados como salvadores da pátria — “pai dos pobres” e outras falácias. Outros são tratados como malditos, bandidos ou incompetentes. Uns são defendidos independentemente do que façam. Outros são condenados independentemente do que digam ou realizem. É aí que a política começa a se transformar em torcida; e, o que é pior, em torcida destemperada e fanatizada.
Quando o eleitor passa a pensar: “o meu candidato pode fazer qualquer coisa, porque é o meu candidato”, deixou de exercer cidadania crítica e passou a exercer uma espécie de fidelidade partidária, ideológica ou emocional.
O mesmo problema ocorre quando alguém rejeita automaticamente uma proposta apenas porque foi apresentada por um adversário.
Uma boa ideia não se torna ruim porque veio do adversário. Uma má ideia não se torna boa porque veio do candidato de nossa preferência. Esse talvez seja um dos princípios mais importantes para atravessar uma eleição e ir além dela com alguma lucidez.
O perigo da polarização
Divergência faz parte da democracia. Polarização permanente é outra coisa. Uma sociedade democrática precisa de pessoas capazes de discordar sem transformar o adversário em inimigo. Precisa de oposição, crítica, fiscalização e confronto de ideias. Mas precisa, indispensavelmente, de diálogo. Quando a política passa a dividir a sociedade em “nós” e “eles”, perde-se progressivamente a capacidade de enxergar pessoas onde existem opiniões diferentes.
Nas redes sociais, esse fenômeno tem sido ainda mais intenso. Formaram-se grupos de torcedores, comentaristas, julgadores e tribunais virtuais. Pessoas que não conhecem suficientemente um assunto posam de especialistas e, ignorando a história completa de determinado agente ou acontecimento, sentenciam indivíduos em poucos segundos. Uma frase é retirada do contexto. Um vídeo de poucos segundos, um recorte, substitui uma explicação de vários minutos. Uma manchete passa a valer mais do que a matéria inteira.
A consequência tem sido terrível: a velocidade passou a substituir a reflexão; a indignação passou a substituir a investigação; e a repetição mentirosa e tendenciosa passou a ser confundida com verdade, com força e alcance nunca antes vistos.
Cuidado com os julgamentos seletivos
Outro perigo da polarização é desenvolver dois pesos e duas medidas. Quando alguém do nosso grupo é acusado, procuramos explicações. Quando alguém do grupo adversário é acusado, exigimos condenação imediata. Quando o nosso político erra, procuramos contexto. Quando o adversário erra, exigimos punição exemplar. Quando uma decisão judicial beneficia nosso lado, celebramos a Justiça. Quando beneficia o adversário, questionamos a Justiça. Esse comportamento alimenta aquilo que a sociedade deveria combater: justiça seletiva, tolerância seletiva e indignação seletiva.
O princípio precisa ser o mesmo para todos. Se defendermos investigação quando o suspeito é adversário, devemos defendê-la quando o suspeito é aliado. Se defendermos o devido processo legal para uns, devemos defendê-lo para outros. Se exigirmos transparência de um grupo, devemos exigir transparência de todos. A democracia não pode depender de quem está sendo julgado.
Politização e ideologização de tudo
A política é importante demais para ser tratada como se fosse capaz de explicar tudo.
Quando tudo se transforma em disputa política, até fatos objetivos passam a ser avaliados exclusivamente segundo a identidade política — ou o interesse politiqueiro — de quem os apresenta.
Quando tudo é filtrado pela ideologia, o indivíduo pode deixar de perguntar: “Isso é verdadeiro?” para perguntar: “Isso favorece o meu lado?” A mudança parece pequena, mas é enorme. A primeira pergunta procura a verdade. A segunda procura confirmação. É assim que nasce o ambiente perfeito para a manipulação.
O eleitor também pode ser manipulado
Não são apenas os candidatos que fazem campanha. Algoritmos também disputam nossa atenção.
Plataformas digitais tendem a valorizar aquilo que provoca reação: indignação, medo, surpresa, raiva, entusiasmo, escândalo. Por isso, o conteúdo que mais circula nem sempre é o mais importante, o mais completo ou o mais verdadeiro. Uma informação curta pode ser verdadeira e, ainda assim, insuficiente. Um vídeo pode mostrar um fato real e, ao mesmo tempo, induzir a uma interpretação falsa por retirar o acontecimento de seu contexto. Uma publicação pode apresentar números verdadeiros e chegar a uma conclusão equivocada.
Por isso, informação não é sinônimo de conhecimento. E acumular milhares de conteúdos não significa necessariamente estar bem informado.
Quando o conteúdo curto substitui o pensamento
Há uma diferença entre informação rápida e pensamento rápido. A informação rápida pode ser útil. O problema começa quando ela se transforma na única forma de contato com a realidade. Questões complexas exigem contexto. Orçamento público exige números. Políticas públicas exigem comparação. Uma denúncia exige documentos. Uma acusação exige investigação. Uma decisão judicial exige conhecimento do processo. Uma proposta legislativa exige leitura do projeto e compreensão de seus efeitos. Uma afirmação histórica exige fontes.
Não é razoável formar convicções definitivas sobre assuntos complexos exclusivamente a partir de vídeos de poucos segundos, memes, manchetes ou comentários de pessoas que já concordam conosco. Quem só consome pequenos fragmentos tende a construir grandes certezas com pequenas informações.
Quando o púlpito vira palanque
Há uma armadilha perigosíssima: a utilização da fé como instrumento de campanha eleitoral. A liberdade religiosa é um dos fundamentos de uma sociedade democrática. Pessoas de fé têm todo o direito de participar da vida pública, candidatar-se, defender ideias e exercer sua cidadania. Igrejas e comunidades religiosas também podem promover reflexão sobre valores, ética, justiça, responsabilidade e bem comum.
Acontece que, embora dificilmente o Brasil vá se reduzir a um regime autoritário teocrático, não há coragem institucional nem interesse suficiente em coibir abusos. E o país tem sido um dos terrenos mais férteis para o fundamentalismo e o mercantilismo religioso — prática antiga, atualizada com maestria abjeta.
Então, o púlpito deixa de ser lugar de orientação espiritual e se transforma em balcão e palanque eleitoral. É ainda mais grave quando alguém procura apresentar sua própria candidatura — ou a candidatura de seus aliados — como se fosse uma escolha determinada por Deus.
“Deus mandou votar em mim.”
“Deus escolheu este candidato.”
“Quem é de Deus vota em nosso candidato.”
“Quem não votar nele está contra os propósitos de Deus.”
Afirmações dessa natureza deveriam despertar, antes de obediência, prudência e discernimento.
Ninguém recebeu procuração de Deus para falar em nome d’Ele sobre o voto secreto de cada cidadão. Deus não precisa de candidato para ser seu representante eleitoral, nem de cabo eleitoral para convencer seus fiéis a apertarem determinados números na urna. Deus não é cabo eleitoral de ninguém.
Uma coisa é uma pessoa de fé defender publicamente suas convicções políticas. Outra é utilizar a autoridade religiosa para influenciar consciências e transformar uma preferência eleitoral em suposta determinação divina. O fiel precisa ter liberdade para votar de acordo com sua consciência. E essa liberdade não diminui sua fé.
Uma consciência verdadeiramente livre não deveria precisar ser intimidada pelo medo de desobedecer a Deus simplesmente porque alguém, investido de autoridade religiosa, declarou que determinado candidato seria “o escolhido”.
Também é preciso cuidado com a utilização seletiva da Bíblia, da Torá, do Alcorão e de outros textos sagrados para legitimar projetos políticos, partidos ou candidatos. A fé possui princípios muito mais amplos do que qualquer plataforma eleitoral: dignidade humana, verdade, justiça, responsabilidade, misericórdia, solidariedade, defesa dos vulneráveis, honestidade e busca do bem comum.
Nenhum candidato consegue monopolizar esses valores. Nenhum partido possui exclusividade sobre Deus. Nenhuma legenda pode ser apresentada como equivalente ao Reino de Deus. E nenhum político deveria ser transformado em objeto de devoção.
Quando a fé passa a depender da eleição de determinado candidato, alguma coisa se perdeu no caminho.
O cristão e demais crentes podem votar em um candidato. Podem defender esse candidato. Podem até considerar que suas propostas sejam melhores que as dos demais. Mas não devem afirmar que Deus ordenou que os outros votassem nele.
Da mesma maneira, o cristão e demais crentes podem rejeitar um candidato sem transformar seus eleitores em inimigos da fé. A democracia exige liberdade de consciência. A fé exige responsabilidade de consciência.
Por isso, pode caber perguntar diante de um discurso religioso em período eleitoral: estão me convidando a refletir ou estão tentando me obrigar a obedecer?
O púlpito pode falar de ética. Pode falar de justiça. Pode falar de verdade. Pode falar de responsabilidade. Pode falar de dignidade humana e bem comum. Pode estimular o fiel a participar da vida pública.
Mas, quando o púlpito se transforma em palanque, o candidato em ungido, o partido em instrumento sagrado e o voto em demonstração de fidelidade religiosa, a política deixa de ser apenas política: passa a instrumentalizar a própria fé. E isso é perigoso tanto para a democracia quanto para a religião.
O eleitor não deve entregar sua consciência ao político. Mas também não deveria entregá-la a quem pretende falar em nome de Deus para decidir por ele.
A urna é eletrônica. O voto é secreto. A consciência não pode ser terceirizada. E, para quem crê, talvez seja bom lembrar: Deus não precisa de procuração eleitoral.
Como saber se uma informação é confiável?
Antes de compartilhar uma informação política — e quaisquer outras —, vale fazer algumas perguntas simples:
Quem publicou? Qual é a fonte original? A informação apresenta documentos? A data está correta? O título corresponde ao conteúdo? Outros veículos ou fontes independentes confirmam o fato? Sei identificar tais veículos e fontes? Leio a notícia inteira ou apenas uma captura de tela? A publicação apresenta um fato ou uma interpretação? Estou compartilhando porque verifiquei ou porque fiquei indignado ou gostei?
Essa última pergunta pode ser a mais exigente. A indignação pode ser legítima. Mas indignação não é método de investigação. O mesmo vale para aquilo de que gostamos.
O próprio Tribunal Superior Eleitoral mantém iniciativas de enfrentamento à desinformação e orientações para que o eleitor consiga distinguir informações verdadeiras de conteúdos enganosos durante o processo eleitoral — e o próprio TSE, e não apenas ele, deve ser submetido ao crivo atento e criterioso do eleitor.
Como escolher melhor?
Não existe método capaz de garantir que o eleitor jamais errará. Mas é possível reduzir significativamente a possibilidade de uma escolha irresponsável. Um bom processo de avaliação pode começar por alguns critérios:
1. Conheça o cargo. Saiba exatamente quais são as atribuições do presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.
2. Conheça o candidato. Procure informações sobre sua trajetória profissional, política e pública.
3. Conheça o partido ou federação. Não olhe somente para a personalidade do candidato. A atuação política também depende da legenda, das alianças e das posições adotadas.
4. Conheça as propostas. Procure saber o que o candidato pretende fazer, como pretende fazer e, principalmente, dentro de quais competências legais poderá fazê-lo.
5. Verifique o passado. Para quem já exerceu mandato, procure conhecer sua atuação concreta: votações, projetos, presença, posições públicas e resultados.
6. Observe a coerência. Compare aquilo que o candidato diz hoje com aquilo que fez anteriormente.
7. Pesquise as fontes oficiais. O TSE disponibiliza o sistema DivulgaCandContas, que reúne informações sobre candidaturas e contas eleitorais.
8. Examine o financiamento da campanha. Recursos de campanha, doações, despesas e demais informações podem ser consultados nos sistemas oficiais da Justiça Eleitoral.
9. Compare informações diferentes. Não dependa de uma única fonte, especialmente quando essa fonte tiver interesse direto na disputa.
10. Não escolha apenas pelo carisma. Boa comunicação não é necessariamente competência. Popularidade não é necessariamente preparo. E uma grande quantidade de seguidores não é certificado de capacidade para exercer um mandato.
E depois da eleição?
Não bastassem os que não votam ou votam apenas por votar, até entre os que fazem algum esforço para votar bem é comum só voltar a se interessar meses antes do próximo processo eleitoral.
O cidadão continua cidadão depois da eleição. O candidato eleito não recebe um cheque em branco. A sociedade deve acompanhar o exercício do mandato, fiscalizar gastos, cobrar promessas possíveis, acompanhar votações, observar decisões administrativas e questionar aquilo que considerar inadequado.
A cidadania deveria funcionar assim: informação → escolha → acompanhamento → fiscalização → cobrança → participação.
A democracia não é apenas o direito de escolher pelo voto. É também o dever cívico de acompanhar aquilo que os eleitos — e seus comissionados — fazem com o poder recebido.
Oportunistas agradecem a nossa desunião. Como sair da armadilha?
Quanto mais dividida, emocionalmente manipulável e mal informada estiver uma sociedade, mais fácil será para oportunistas ocuparem espaços de poder.
A polarização exagerada pode esconder incompetência. A idolatria pode esconder corrupção. O fanatismo pode esconder contradições. A desinformação pode esconder interesses. A impunidade pode prosperar quando os cidadãos estão ocupados demais brigando uns com os outros.
E os oportunistas conhecem muito bem esse mecanismo. Eles não precisam necessariamente convencer todos. Precisam apenas manter seus grupos suficientemente mobilizados, suficientemente indignados e suficientemente separados para que deixem de examinar criticamente aquilo que acontece diante deles.
Como sair da armadilha?
Talvez seja necessário recuperar algumas práticas simples, mas difíceis. Leia, assista, escute e dialogue com quem pensa diferente; não para transformar o outro imediatamente em aliado, mas para compreender por que ele pensa daquela maneira.
Leia além da manchete. Procure a fonte original. Compare versões. Dê preferência a documentos e fontes primárias quando estiver diante de uma afirmação importante. Não compartilhe imediatamente aquilo que provoca indignação ou satisfação. Espere. Pesquise. Confira. Admita a possibilidade de não saber o suficiente e de estar errado.
Essa talvez seja uma das maiores demonstrações de inteligência. Quem acredita que sabe demais e nunca está errado torna-se presa fácil de qualquer grupo que confirme suas convicções.
E, principalmente: não transforme adversários políticos em inimigos pessoais. É possível discordar profundamente de alguém e continuar reconhecendo sua dignidade. É possível combater uma ideia sem odiar quem a defende. É possível votar em um candidato sem idolatrá-lo. É possível rejeitar outro candidato sem demonizá-lo.
É possível mudar de opinião sem considerar isso uma derrota.
A melhor vacina é uma cidadania adulta
Uma democracia madura não precisa de cidadãos que concordem em tudo. Precisa de cidadãos capazes de pensar. Precisa de pessoas que saibam escutar, comparar, investigar, questionar, discordar e, quando necessário, reconhecer que estavam erradas.
O eleitor não deve entregar sua consciência a candidato, partido, líder político, influenciador, jornalista, comentarista, igreja, movimento, grupo de WhatsApp ou algoritmo. Nenhum deles deve pensar em nosso lugar.
A responsabilidade pela escolha é nossa.
Por isso, mais importante do que supor de que lado alguém está é perguntar: “Que critérios você está usando para escolher?”
O lado produz torcedores; os critérios produzem cidadãos. O Brasil precisa menos de torcidas políticas e mais de cidadania responsável.
Precisamos de eleitores que não sejam facilmente seduzidos pela promessa impossível, pelo discurso exagerado, pelo medo fabricado, pela mentira conveniente ou pelo ódio cuidadosamente distribuído.
Precisamos de cidadãos que saibam distinguir liderança de idolatria, autoridade de autoritarismo, crítica de perseguição, informação de propaganda, fato de opinião e divergência de inimizade.
A eleição passa. Os mandatos passam. Os políticos passam. As consequências das escolhas podem permanecer por muitos anos.
Votar é importante. Saber em quem, por que e para quê votar é ainda mais importante. E continuar cidadão depois de votar é indispensável.
FONTES PARA CONSULTA
Tribunal Superior Eleitoral — Eleições 2026
Informações oficiais sobre calendário, candidaturas, contas, regras eleitorais, votação e resultados. Eleições 2026 — TSE
Tribunal Superior Eleitoral — Calendário Eleitoral
Datas e prazos oficiais do processo eleitoral. Calendário Eleitoral 2026
TSE — DivulgaCandContas
Consulta a candidaturas e contas eleitorais. Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais
TSE — Prestação de Contas Eleitorais
Informações sobre financiamento, receitas, despesas e prestação de contas de candidatos e partidos. Prestação de Contas — Eleições 2026
Constituição Federal — Portal do Planalto
Base constitucional dos direitos políticos e da organização dos Poderes. Constituição Federal
Constituição Federal — Câmara dos Deputados
Texto constitucional e dispositivos relativos aos mandatos e às atribuições do Legislativo. Constituição Federal — Câmara dos Deputados
Código Eleitoral — TSE
Legislação que disciplina diversos aspectos do processo eleitoral brasileiro. Código Eleitoral — TSE
Estatísticas Eleitorais — TSE
Dados históricos sobre eleitorado, candidaturas, resultados e prestações de contas. Estatísticas Eleitorais — TSE
José Carlos de Oliveira